Di Pássaro Escolhido pela natureza, entregue como raridade
Produtor JacuMantiqueira de Minas1.300–1.400mProcesso naturalTorra clara
Fig. 01 · Embalagem, frente e verso
Produção limitada e imprevisível: a safra depende do apetite e do comportamento do Jacu, o que torna cada lote único e sem garantia de repetição.
Há cafés que nascem do cuidado humano. Este café nasce do encontro entre a floresta, aves livres, tempo e acaso. Na Mantiqueira de Minas, o Jacu voa livre entre os cafeeiros e escolhe, pelo instinto, os frutos mais maduros. Após sua passagem, restam grãos raros, marcados por um processo natural impossível de reproduzir.
"Um café que não se planta nem se colhe. Apenas se encontra."Nota de catação
Fig. 02 · Habitat livre do Jacu, Mantiqueira de Minas
Um café que não é colhido,
mas descoberto
O Jacu voa livre entre os cafeeiros e escolhe, instintivamente, os frutos mais maduros. O que resta no chão, após sua passagem, são grãos intactos que carregam o início de um processo raro. A digestão natural feita pela ave desencadeia uma fermentação única, alterando suavemente a estrutura do grão e revelando um novo nível de complexidade.
Sua produção é limitada e imprevisível. Diferente de métodos industriais, este processo depende do apetite e do comportamento das aves, o que torna cada safra única e irrepetível. Após serem cuidadosamente recolhidos, os grãos passam por higienização rigorosa e secagem natural, respeitando o tempo e as características de cada lote.
Produzido pelo Jacu,
na Mantiqueira de Minas
Sem cativeiro. Sem intervenção forçada.
Registro de catalogação · Edição Raridade
- Produtor
- Jacu
- Propriedade
- Mantiqueira de Minas
- Altitude
- 1.300 a 1.400m
- Variedades
- Diversas
- Processo
- Natural
- Torra
- Clara
Fig. 03 · Processo natural, secagem em terreiro
Uma categoria que existe em poucos lugares do mundo
Cafés produzidos com participação de animais formam um grupo restrito e valorizado globalmente. O Di Pássaro se diferencia por ocorrer em ambiente natural, sem cativeiro, respeitando o comportamento e o ciclo livre das aves.
Amostra sensorial · Edição Raridade
Licoroso, vibrante
e inesquecível
A entrada é frutada e vibrante, com notas de hibisco, limão-cravo, tangerina e maçã verde. Com o tempo, surgem florais, canela, nibs de cacau e casca de laranja caramelizada. O corpo é licoroso, a acidez é viva e elegante, e a finalização é doce, limpa e refrescante.
- Licor de cassis
- Vinho do Porto
- Limão-cravo
- Nibs de cacau
- Uva-passa e maracujá
Escolhido pela natureza, entregue como raridade.
Uma embalagem encontrada pela natureza,
não desenhada por fórmula
Nota do designer sobre a criação da identidade visual da Edição Raridade: da paleta à fotografia de campanha.
O Di Pássaro é um dos cafés mais exóticos que torramos. Quem diria que um café poderia ser escolhido por um pássaro e se tornar um fenômeno na xícara? O Jacu voa livre pela Mantiqueira, encontra os cafeeiros no meio da mata, seleciona instintivamente os frutos mais maduros e devolve uma bebida incrível. É natural e exótico ao mesmo tempo. Desenhar essa embalagem é traduzir esse advento no papel.
Comecei pela ideia de que, se o café é escolhido pela natureza, o design tinha que ser encontrado por ela também. Nada de fórmula gráfica complexa, nada de brilho artificial, nada que remetesse à indústria, para te dar a sensação de explorador do universo exótico do café.
A paleta veio dessa lógica. Verde profundo da mata em sombra, o tipo de verde que fica quase preto onde a luz não penetra. Marrom de terra úmida, cor do chão de onde os grãos são recolhidos. Cassis licoroso em detalhes pontuais, traduzindo a nota mais complexa que aparece na xícara. E dourado envelhecido, quase esverdeado, do tipo que se encontra um tesouro escondido. Nenhum tom escolhido por combinação estética: todos vieram da paisagem de onde o Jacu vive, perto da origem, perto dos pés de café.
A etiqueta ganhou textura fosca, sem verniz brilhoso. Aqui não caberia gesto polido, cabia a superfície rugosa que a gente sente ao tocar pedra com líquen, folha seca, casca de árvore. O dedo passa pelo rótulo e reconhece a matéria orgânica do papel. Foi a única forma honesta de embrulhar um café tão exótico como este.
A fotografia continuou o mesmo raciocínio. Luz natural entrando de lado, sombra funda, respiro escuro. Nada de estúdio, nada de fundo controlado. O pacote aparece na cena quase por descuido, entre uma pedra com musgo e um galho baixo. Ao redor, folhas, terra, sombras longas, cafeeiro carregado ao fundo. A cena não celebra o café, deixa ele acontecer no meio da paisagem que o produziu.
O selo dourado ficou pequeno, discreto, quase invisível na primeira olhada. Esse é um café que a natureza escolheu antes de qualquer selo, e a raridade dele já está no processo. O dourado só assina o pacote sem competir com a floresta, reconhecendo em silêncio o encontro raro que aconteceu antes de qualquer designer chegar com a paleta.
Quando você tirar o pacote da prateleira, terá a sensação de descoberta antes do primeiro gole. Vai ser o ponto de partida da sua jornada exótica no mundo dos cafés especiais, e desses caminhos, a gente já sabe, não tem volta.
"Se o café é escolhido pela natureza, o design tinha que ser encontrado por ela também."Nota do design
Escolhido pela Natureza, entregue como Raridade
Um café que não se planta nem se colhe. Apenas se encontra. Assinantes do Clube Unique já veem o preço com desconto ao fazer login.
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